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 Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Ter Dez 07, 2010 11:48 pm

Olá!

OMG, não acreditos que meteste
Citação :
Já te disse mil vezes que não se brinca com a comida.

Isso é tão à Crepusculo *-*

Ok, o que eu disse foi quase parecido ao que aconteceu XD
Yeah! Agora só a Sophie é que está parva XD

Ai, adorei a Bibi a chamar à Dó, mamã! Razz Que bom para ela que tudo está a estabilizar...
Agora só falta a Nicole ficar do lado das outras para a Sophie se aperceber que está a ser idiota Smile

Até ao próximo capítulo :3

Beijinhos ^^
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qua Dez 08, 2010 12:56 am

mafafaaa escreveu:
Olá!

OMG, não acreditos que meteste
Citação :
Já te disse mil vezes que não se brinca com a comida.

Isso é tão à Crepusculo *-*


Beijinhos ^^

Essa não foi de todo a intenção!!! affraid

Vemo-nos no proximo capitulo!!
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qua Dez 08, 2010 8:05 pm

misa3000 escreveu:


Essa não foi de todo a intenção!!! affraid

Vemo-nos no proximo capitulo!!

Mas pareceu XD
Não faz mal, eu gosto de Crepúsculo Wink
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misa3000
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Dez 12, 2010 11:55 pm

Hei, apresentado o capitulo 15! Espero que gostem!


15º CAPITULO - Antídoto

Uma luz cor-de-rosa suave cortou a escuridão da rua mal iluminada. Aos poucos foi tomando a forma de um ser humano e a luz foi desaparecendo, sendo substituída por uma rapariga ruiva sentada contra o muro e agarrada ao estômago onde um fio de sangue corria. À sua frente uma quase cópia da rapariga, mas com cerca de 10 centímetros, flutuava à sua frente.

- Desculpa. Não consigo levar-nos mais longe. E tu não queres ir para casa…

- Não faz mal Dodó. – disse a ruiva fazendo uma careta de dor – Volta lá e vê se está tudo bem.

- Mas e tu?

- Se precisar de ti novamente grito. – ela tentou um sorriso – Agora vai.

A figura suspirou antes de desaparecer na mesma luz cor-de-rosa. Assim que ela desapareceu a ruiva olhou para a ferida tirando aos poucos a mão que fazia pressão.

- Porra! – exclamou vendo o aspecto da ferida. Com um trejeito de dor voltou a pressionar a ferida, gemendo levemente fechando os olhos.


POV Tetsuya Kotake

- Viste o passe que ele fez? – perguntou o Yada fazendo uma careta – Até a minha avó faz melhor que aquilo!

Como aquilo era verdade não podia deixar de concordar.

- Sim… Mas ao menos ele não perdeu a bola.

- Desde de quando isso é bom?

- Desde de que ele perde sempre a bola!

O Yada encolheu os ombros numa espécie de gesto de "Ah…Pois é…". Abanei a cabeça. As nossas conversas acabavam sempre assim depois dos treinos.

Continuamos a andar. De repente o Yada dá um berro.

- Meu! Tu viste aquilo? – gritou. Ergui uma sobrancelha.

- Meu, tu acabaste de berrar como uma menina?

- Deixa-te de cenas! Tu viste aquilo ou não?

- Do que é que tas a falar?

- Da Luz, meu!

- Seja o que for… Não caminhes na direcção da luz! – não podia deixar de gozar.

- Meu! Não estou a gozar! Eu vi mesmo uma luz cor-de-rosa!

Cor-de-rosa… a sério não podia ter sido outra cor? Espera! Cor-de-rosa?

- Tu dizes-te Cor-de-rosa?

- Bolas meu! Não gozes, eu já disse que…

- Espera! Cor-de-rosa? – perguntei agarrando-lhe nos ombros, ele acenou com a cabeça – Onde?

Ele apontou e desatamos a correr.

Não podia ser ela… pois não?

Chegamos a uma rua mal iluminada. Virei-me para o Yada.

- Foi aqui?

- Yah, meu… tenho a certeza!

Subitamente ouvimos um gemido de dor. Olhei em frente, vendo uma sombra encolhida contra a parede no fundo da rua. Corri.

- Dó!

A rapariga abriu os olhos, fazendo-me ver o cor-de-rosa que aprendi a ler e, agora eles gritavam dor. Ajoelhei-me, sujando as calças com o sangue que se acumulava à sua volta.

- Harukase? – perguntou o Yada assustado.

- Doremi! Consegues ouvir-me? – ela acenou, "Ufa.." – Mantém-te acordada sim.

Comecei a observa-la tentando procurar a origem do sangue. A cara estava toda arranhada e suja de terra. O ombro começava a formar uma nódoa negra enorme. Peguei-lhe no pulso fazendo-a deixar escapar um arfar de dor. Estava inchado mas não parecia partido. Com cuidado tirei-lhe a mão da barriga, deixando ao descoberto a maior ferida.

- Foda-se! – exclamou o Yada deixando escapar um assobio impressionado. Nunca diria melhor.

A ferida era grande. Larga e profunda. As bordas estavam negras como se tivessem sido queimadas e um liquido muito semelhante com pus começava a escorrer em conjunto com o sangue.

- Porra Dó! – exclamei tirando uma camisola extra do saco e pressionando-a contra a ferida. Peguei-lhe na mão boa e pô-la sobre a ferida. – Mantém-na aí. Yada! – chamei.

- Fala.

- Preciso que vás à farmácia buscar umas coisas.

- Não devíamos ir a um hospital?

Olhei para a Doremi vendo-a a abanar a cabeça.

- Não. Agora podes ir buscar as coisas à farmácia ou não?

Ele engoliu em seco, acenando.

- Ok. Preciso que tragas gaze, betadine e uma pomada cicatrizante. Depois trás tudo lá para casa.

- Ok!

No segundo a seguir ele estava a correr na direcção da farmácia, deixando-me sozinho com a ruiva.

- Vamos Dó. Agarra-te a mim. – disse pegando-a, passando uma mão pelas costas dela e outra por detrás dos joelhos. Ela deixou escapar um silvo de dor ao ser mexida.

- O que se passou? – perguntei quando comecei a andar.

- Demónios. Eles iam atacar a Bibi. – acenei percebendo o seu dilema – Eu… acho que estava envenenado. O punhal.

Suspirei. Bolas!

- Dó… tens algum tipo de antídoto?

- Em casa… - disse ela com uma careta ao movimento – A Dodó poderá ir busca-lo.

- Primeiro vamos concentrar-nos em limpar a ferida.

Ela suspirou deixando a cabeça cair contra o meu peito:

- Onde me estás a levar?

- Para minha casa. A minha mãe está a trabalhar o turno da noite. – disse para não lhe dar hipóteses de tentar dizer não.

Ela acenou levemente deixando-se estar calada o resto caminho. Por fim chegamos.

Com cuidado para não a torcer muito, abri a porta. Entramos e depois de fechar a porta com o pé, levei-a para a casa de banho.

Sentei-a no tampo baixado da sanita enquanto corri para ligar o chuveiro. Depois fui ter outra vez com ela.

- Vá pequena tens de me ajudar aqui. Não consigo tirar a tua roupa sem a tua ajuda.

Ela acenou cuidadosamente, mexendo a mão que não estava a fazer pressão contra a ferida para me ajudar com o fecho das botas e das calças. As pernas dela também começavam a formar nódoas negras.

Levantei-me retirando o trapo que a minha blusa se tinha tornado da ferida.

- Braços para cima, pequena.

Ela olhou para mim esticando cuidadosamente os braços. Com cautela comecei a tirar-lhe a blusa tentado ignorar os silvos de dor que ela deixava soltar. Apesar de continuar a sangrar algum do sangue tinha secado aderindo à blusa.

Ignorando por momentos o facto de a ruiva estar de só de cuecas e soutien pretos na minha casa de banho, peguei-a outra vez ao colo, deitando-a na banheira. Peguei na cabeça do duche e com cuidado comecei a limpar a ferida.

- Porra! – gritou ela abrindo os olhos cheios de dor.

Acenei com a cabeça enquanto continuava a passar água corrente na ferida. Era assustador a quantidade de sangue escorria pelo ralo. Ouvi a porta bater seguindo de um grito.

- Aqui! – chamei

- Meu! – exclamou o Yada – Espero que esta pomada seja adequada. Não queria explicar realmente muito na farmácia. Já que, tu sabes, não podemos ir ao hospital.

Ele entrou na casa de banho corando levemente ao se aperceber dos trajes da ruiva.

- Onde queres que deixe isto?

Olhei para trás brevemente.

- Deixa aí e vem cá.

Ele aproximou-se devagar.

- Eu não mordo Yada. – disse a Doremi deixando escapar um pequeno sorriso.

- Eu acho que alguém já fez isso por ti Harukase! – disse Yada – Bolas miúda! O que é que te aconteceu?

- Mais tarde, meu. – disse – Agora segura aqui e ajuda-a a lavar o cabelo, eu já volto – entreguei-lhe o chuveiro e levantei-me saindo a casa de banho.

Assim que cheguei ao meu quarto tirei um segundo para respirar fundo. Bolas… Isto é…. Bolas!

Abanado a cabeça, caminhado na direcção do armário. Procurei brevemente achando uma camisa antiga que estava demasiado grande para mim. Servia por agora. Pousei-a em cima da secretária

Saí do quarto e entrei novamente na casa de banho. O Yada já tinha conseguido lavar-lhe o cabelo e limpar-lhe a cara. Peguei numa toalha grande:

- Desliga isso e ajuda-a a ficar em pé. – Ele assim o fez e ambos tentamos ignorar o silvo que ela fez ao ser posta de pé.

Rapidamente embrulhei-a na toalha e disse ao Yada para leva-la para o meu quarto.

Peguei no saco da farmácia e em mais duas pomadas no armário de primeiros socorros e uma pulseira de tennistas e segui-os.

Entrei novamente no quarto, onde o Yada já tinha deitado na minha cama. Avancei até ela ajoelhando-me analisando a ferida.

- Então Tetsuya qual é o prognostico? – perguntou ela tentado sorrir.

- Uma carga de trabalhos, mas qual é a novidade? – ela riu um bocado antes de gemer com dor.

Pegando na toalha sequei o melhor que pude à volta da ferida. Comecei à procura nos sacos pela betadine, mas só encontrei água oxigenada.

- Yada, a betadine?

Ele olhou para mim meio espantado.

- Não tinham, só consegui trazer isso.

Porra, isto ia arder.

- Óptimo… Então chega cá. – assim que ele se aproximou apontei com a cabeça para os ombros da Doremi – Segura-a mas, cuidado com o ombro!

A Dó revirou os olhos:

- Eu aguento um pouco de dor TetSUYA! – ela gritou a ultima parte assim que a água tocou na ferida.

-Não me podes simplesmente deixar morrer em paz? – perguntou ela entre dentes.

- Deixa-te de dramas cabeça-de-fogo. – disse o Yada divertido – Não era suposto teres a fachada de fria e impenetrável?

Ela mordeu o lábio quando pressionei com a gaze na ferida antes de ir à procura da pomada cicatrizante:

- Deixa-me só ficar boa e tu já vês Yada! Alias, isto é tudo culpa da tua namoradinha e as amigas! – gritou ela quando comecei a por a pomada.

O Yada semicerrou os olhos:

- A Emilie está bem?

A Dó conseguiu sorrir mesmo com dores. Abanei a cabeça ao aperceber-me do que vinha ali, enquanto começava a por gaze nova para fechar a ferida.

- Ela está óptima! Mas Yada… quem diria que só precisavam de 5 anos para começarem a namorar?

ESPERA! Ele corou?

- Meu! Tu coras-te?

- Deixem-me em paz! – gritou ele chateado. Eu e a Dó sorrimos cúmplices antes de desatarmos a rir.

- Auch! – isto é até à Dó perceber que rir dói.

- Fica quieta por agora. – limpei as mãos à toalha, procurando as outras pomadas, para o seu pulso e para as nódoas negras.

Depois de embrulhar o seu pulso na pulseira e ajuda-la a vestir a camisa, disse ao Yada para ficar com ela enquanto ia tomar um duche. Quando sai do quarto já estavam alegremente a picarem-se um ao outro.

Depois de cinco minutos já conseguia olhar para mim mesmo sem parecer que tinha acabado de sair de um matadouro. Regressei ao quarto.

- Meu ainda bem que regressas-te.

Ergui os olhos vendo a ruiva a tremer, com os dentes a bater. Corri até ela pondo-lhe a mão na testa. Fogo.

- É do veneno…- disse ela com as pálpebras a tremelicarem – A Dodó…

- DODÓ! – gritei, enquanto me sentava na beira da cama, fazendo-lhe festas no cabelo.

Em segundos uma luz cor-de-rosa dominava o meu quarto e no centro deste a Dodó apareceu.

- Rapaz já te disse mil vezes! Consigo ouvir-te perfeitamente sem gritares! – depois ela olhou para a ruiva – Doremi!

- Dodó…, no baú…, frasco… azul claro. – disse ela entre inspirações forçadas. Ao mesmo tempo a pequena fada desapareceu.

- Meu… - olhei para cima. Bolas! Esqueci-me que o Yada estava aqui. Antes que conseguisse pensar numa coisa para dizer a pequena fada já estava de volta.

- Aqui!

Peguei no frasco e ajudei a ruiva e erguer o tronco antes de a ajudar a beber o liquido incolor. Assim que a ultima gota foi bebida, ela deixou escapar um suspiro deixando a cabeça cair sobre o meu ombro.

- Obrigada…

Acenei brevemente, fazendo-lhe festas nas costas.

- Dodó – disse – Vai para casa e avisa a Sra. Harukase que ela está aqui.

A pequena fada acenou desaparecendo em seguida. Tentei levantar-me mas a Doremi estava agarrada à minha camisa. Deixei-me baixar lentamente para a cama até estar deitada ao lado dela.

- Pronto pequena… Eu não vou a lado nenhum…

A ruiva suspirou enterrando mais a cabeça no meu ombro. Continuei a fazer-lhe festas no cabelo. Estávamos perdidos no nosso pequeno mundo…

- Vocês têm tanto para explicar.

… se não fosse o Yada.
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Seg Dez 13, 2010 7:00 pm

Olá!

Pois, só podia aparecer ali o Tetsuya, o salvador da Doremi xD
Ele vai ser médico? É que dava um, e dos bons!

E tadinha da Doremi. Aquilo devia doer pa caraças!

Quem estava a apanhar do ar era o Yada. Apanha ali a Doremi com aquela ferida e depois a Dodó aparece do nada... Deve ter ficado mesmo WTF?!?! XD

Bem, vamos lá ver o que vai acontecer a seguir...

Beijinhos ^^
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Dez 26, 2010 10:50 pm

Hey!

FELIZ NATAL!!! E desde já um Bom Ano Novo pessoal!

Mafafaa - sim o Tetsuya quer ser um medico, achei que seria interessante!
Espero que te divirtas com este capitulo!

Aqui o fórum está quase a apanhar a historia onde o outro site onde posto está...

Aqui vai o capitulo novo!

16º CAPITULO - Linguagem Colorida

POV Emilie Fujiwara

Era segunda e tinha chegado mais cedo à escola. Desde de sexta que eu e a Bibi andávamos em pânico. A Hanna e a Momoko desistiram de nos aturar e passaram o fim-de-semana elas próprias com a sua pequena sessão de "isto é tudo culpa vossa".

Não podia realmente censura-las. A noite de sexta foi… aterradora. Assim que aparecemos na corte com os três demónios, a Rainha entrou em pânico. E assim que obriguei a Sophie a contar exactamente porque é que estávamos ali e o que é que tinha acontecido, a soberana entrou em pânico. Nunca a tinha visto realmente assim.

Foi incrível. Ela só conseguia gritar a perguntar-nos onde estava a Doremi e a MajoHearth só sabia gritar que a culpa era da dita ruiva. O conselho estava em polvorosa. Como nada do que alguma vez assisti. Durante minutos e minutos tudo o que se ouvia na sala do trono, eram gritos. Mas, ninguém queria saber da Doremi.

Ninguém queria saber se ela estava ferida. Só queriam-na para a puderam interrogar a torto e a direito. Para puderem puxa-la de um lado para o outro conforme as suas vontades.

Era doentio.

- Emilie!

Virei-me, vendo a Bibi a correr na minha direcção.

- Ela nunca chegou a vir para a casa.

- O quê? – perguntei espantada.

- Sim! E a mãe parecia saber que ela estava ferida! Fez-me um interrogatório enorme quando cheguei.

- Mas onde é que ela passou o fim-de-semana?

- Não sei… A mãe sabe mas não me dizia nem por nada! – ela olhou para mim assustada – Emilie… E se ela não estiver bem?

- É a Doremi de quem estamos a falar Bibi. – disse tentado animar a pequena rapariga – Ela é forte!

Ela olhou para cima, deixando os olhos ficarem presos no tecto. Pelo aspecto diria que ela passou os últimos dois dias sem dormir.

- Em… - olhei para ela – É culpa nossa?

- Não Bibi! Não penses isso!

- Não… a culpa é mesmo nossa…

- Não, não é!

Viramos as duas ao som daquela voz. A Momoko olhava para nós com um sorriso no rosto enquanto a Hanna continuava.

- A culpa não é vossa.

- Talvez só da Sophie e da Nicole. – disse a Momoko do seu canto. A Hanna sorriu antes de continuar.

- A culpa é da Rainha. E, a mamã sabe disso.

- Sabe? – não consegui deixar de perguntar espantada.

A Momoko revirou os olhos:

- Claro que sabe. Ela sempre o disse. E ela nunca vós odiou ou esteve chateada convosco. – como assim? – Se vocês em vez de fazerem campanha contra ela olhassem de facto para ela, poderiam ver que a Doremi está constantemente a observar-nos.

- Mas nós fizemos-lhe tanto mal… - resmungo a Bibi.

A Hanna fez uma careta enquanto a Momoko sorriu levemente:

- E no entanto ela foi apunhalada para te salvar.

Antes que conseguíssemos dizer mais alguma coisa as duas loiras entraram na sala de aula.

A Bibi engoliu em seco antes de olhar para mim com os olhos brilhantes:

- Ainda assim… Ela abandono-nos.

Fiquei a observar a rapariga virar-se começando a descer as escadas. Ela tinha razão… Não tinha?




O barulho na sala de aula estava infernal… Mas ainda assim, melhor do que o silêncio bizarro enquanto só a Hanna e a Momoko estavam aqui.

Os nossos colegas olhavam para nós meios espantados por não tirarmos os olhos da porta. A Sophie e a Nicole ignoravam-nos conversando entre si.

Desde de que a Bibi foi para baixo que não consigo deixar de pensar nisto… Nesta trapalhada toda. Será que não era realmente culpa nossa?

- Muito bem meninos a sentar!

Olhei para o professor de literatura perdida. Não podiam ser já horas da aula pois não? Olhei para a carteira do fundo da sala. Vazia. A Doremi ainda não tinha chegado.

- Ora muito bem. Vamos continuar com o tema da aula anterior. Abram por favor os livros na página 57 e comecem a ler silenciosamente.

Começamos a ler. De repente começou-se a ouvir o som de passos no corredor.

- Merda! Estamos atrasados!

Erguemos todos a cabeça a este grito antes da porta do fundo da sala abrir-se de rompante. Por ela passaram o Kotake e a Doremi empurrados por… Masaru?

A turma caiu em silêncio quando os três pararam espantados com os olhos que os observavam. A Doremi ficou com a cara em branco embora um sorriso mínimo pudesse ser visto na boca. O Kotake desatou a rir, encostando-se à ombreira da porta enquanto batia no ombro de Masaru, repetidamente, que parecia assustado com todos os olhares virados para eles.

- Miss Harukase, Senhores Kotake e Yada, que bom que puderam juntar-se… - disse o professor sarcástico.

A Doremi acenou com a cabeça antes de puxar Kotake pelo braço para as suas carteiras. O moreno continuava a engasgar-se no riso enquanto tentava acenar ao professor.

O Masaru olhou para eles irritado, antes de sorrir ao professor:

- Sabe como é que é professor. Chegar a horas é um pouco complicado nas manhãs… muito sono e assim…

- Pois eu reparei no seu sono com, a sua linguagem muito colorida… - ouvimos um riso vindo das mesas de trás e não precisei de olhar para saber que era o Kotake – Embora aprecie o seu desejo de chegar cedo, esse tipo de linguajar ainda não é permitido. Detenção à tarde.

A turma desatou aos risinhos e ouvi o Masaru a resmungar "Isto é tudo culpa da cabeça-de-fogo" enquanto se sentava na mesa atrás de mim. Virei-me para trás, tentando não parecer tão idiota a sorrir:

- Foi mau… a detenção, isto é!

O moreno levantou os olhos verdes, observando-me. Esperei pelo sorriso que ele sempre guardou para mim. Mas… Nada. Foi como se olha-se para mim pela primeira vez…

- Pois… Obrigado… - resmungou ele.

Abri os olhos espantada quando ele simplesmente ignorou-me e começou a ler o texto. Virei-me para a frente. O que raio!

A Sophie virou-se para trás murmurando:

- Eu avisei-te não avisei Emilie? Acaba com essa lamechice com a Doremi enquanto ela ainda não te roubou todos os amigos.

Olhei para ela em choque. Ela tinha razão… Não tinha? Deixei o olhar passear pelo fundo da sala quando vi a Doremi a observar-me. Aquilo nos olhos dela era preocupação? Voltei a virar a cabeça para a frente.

Não podia ser pois não? Olhei para a cabeça loira da Momoko algumas carteiras atrás de mim.

Afinal quem tinha razão?
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Dez 26, 2010 11:22 pm

Olá!!!

Estava à espera deste capitulo Very Happy Finalmente!

Já estava à espera que fosse assim a reacção :3 Mesmo assim não culpem a minha Nicole pá! (Epá, faz lá ai o favorzinho de mudares a minha Nicole para o lado da Dó *-*) xD

A Emilie é que ficou assim coisa porcausa do outro... Ele deve tar chateado com a forma como ela tratou a Doremi, não?

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qua Jan 05, 2011 7:24 pm

Hey!
Feliz 2011!!!!
Mais alguém aqui reparou o quanto adoro POV Momoko? Bem... ADORO! A cena do vollei e da corrida - totalmente inspirada num acontecimento verídico aqui com a autora.

17º CAPITULO - No que é que te estás a meter?

POV Momoko Asuka

Vi a Emilie a olhar para mim. Ok… Respira Momoko, a Emilie é uma mulher inteligente e vai saber ver a verdade e tomar o lado certo… Respira…

A Emilie começou a conversar com a Sophie… BOLAS!

Elas seriam seriamente assim tão estúpidas?

- Calma Momo…

Olhei para a Hanna seguindo o conselho dela. É meio bizarro estar a receber conselhos de uma miúda de oito anos, mas ela é uma miúda inteligente.

Virei a cabeça novamente concentrando-me no moreno de olhos verdes sentando atrás da Emilie. O Yada olhava para o tecto numa pose descontraída.

- Yada! Estamos numa aula, não no café! – gritou o professor.

O Yada sorriu antes de se endireitar. Um riso percorrer a sala. Kotake claro. O Yada virou-se para trás mandando um olhar de "vai-te lixar" ao amigo antes de este explodir a rir fazendo o professor erguer a cabeça e gritar irritado:

- JÁ CHEGA! OS DOIS RUA!

- Uau… Já não era mandando para a rua há tanto tempo… - disse o Kotake com um ar sonhador enquanto se encaminhava para a saída.

Por sua vez o Yada levantou-se irritado:

- Cabeça-de-fogo! – chamou. A turma olhou toda em direcção à pessoa a que ele se dirigia, espantando-se a ver a Doremi com os braços cruzados e um sorriso torto no rosto. – Isto é tudo culpa tua! – exclamou antes de sair da sala.

Sorri largamente enquanto a Hanna ria com o apelido. Entretanto o resto da turma trocava olhares confusos… Sinceramente… Ela era ruiva, o que é que eles esperavam?

Virei a cabeça na direcção da ruiva sorrindo largamente. Ela olhou para mim e falei sem fazer som:

- Cabeça-de-fogo?

Ela deixou escapar um sorriso curto antes de encolher os ombros. Reparei que se encolheu levemente com o movimento, como se lhe tivesse doido. É verdade… a ferida… Estava-me a preparar para verbalizar – sem fazer som claro – as minhas preocupações quando vi a cara dela fechar-se, enquanto os olhos semicerravam levemente. Segui o olhar dela.

No outro lado da sala a Emilie olhava para ela de olhos arregalados. A sua boca formava as palavras "cabeça-de-fogo" repetidamente. Subitamente ela fechou os olhos como se tomando uma decisão e, quando os voltou a abrir estes estavam cheios de raiva. No segundo a seguir virou-se para a frente olhando o professor, não antes de olhar para a Sophie (que esperava por algo dela) e acenar com a cabeça.

Era definitivo… tínhamos perdido a Emilie.




Deixem-me que vos diga uma coisa sobre a aula de ginástica. Essa aula vem de uma palavra fantástica chamada: TORTURA, e o seu carrasco é o professor Yah.

- Asuka! O que estás a fazer, parada? MEXE-TE!

Olhei para ele em pânico antes de desatar a correr que nem uma perdida. A Hanna corria alegremente ao meu lado saltitando entre os passos sem nunca falhar uma respiração. Eu por o outro lado estava a bufar que nem um cavalo enquanto lutava com as minhas pernas para elas concordarem com o exercício forçado.

- A sério Momo… Como é que com toda a yoga que fazes não consegues fazer uma corrida de cinco minutos?

Pergunta: COMO RAIO ELA CONSEGUE FALAR?

Lutei para dar os últimos passos até chegarmos à meta. Assim que cruzei a maldita linha, arrastei-me até ao ponto mais próximo deixando-me cair no chão.

- Hanna! Bolachas por favor!

Ela olhou para mim estranhamente antes de encolher os ombros e sentar-se ao meu lado. O que é que ela estava a fazer? Porque é que não ia buscar as minhas bolachas?

- Acho que estás a ser demasiado influenciada pela tua blusa. E além disso bolachas fazem mal!
Spoiler:
 

Ela tem oito anos! Não era suposto ser ela que queria bolachas? E, além disso, toda a gente adorava o mostro das bolachas!

- ASUKA! LEVANTA-TE! – ao som da voz do carrasco Yah, levantei-me num pulo, assustada. – PARABÉNS ASUKA, A TUA MAGNIFICA PERFORMANCE FEZ-TE MERECER O PRIVILEGIO DE ME AJUDARES A ARRUMAR O CAMPO! – o resto da turma riu às gargalhadas – O QUE RESTO, PARA OS BALNEÁRIOS, ESTÃO DISPENSADOS!

A sério… este homem sabe falar sem ser a gritar?

Comecei devagar a arrumar as bolas de vollei que usamos no inicio da aula. Vollei é assustador! Quem é que quereria jogar tal jogo? É bárbaro! Abre-te os pulsos e estás sempre a levar com a bola na cabeça!

Suspirei e erguendo a o saco com as bolas, dirigi-me ao balneário.

A esta hora já todos se tinham arrumado e ido para casa. Treta… Agora tinha que ir sozinha para a loja.

Entrei no balneário feminino depois de ter arrumado o saco na sala de arrumos. O som de um grito abafado fez-me esconder atrás do pilar que dividia a zona dos cacifos da zona de vestir. Com cuidado inclinei a cabeça, tentado ver o que se passava.

- Eu não te disse para faltares a ginástica hoje?

Observei espantada a cena que se desenrolava à minha frente. Ainda nas vestimentas de ginástica o Kotake estava ajoelhado em frente à Doremi que agarrava a parte lateral da barriga. O Yada ria cada vez que a ruiva deixava escapar um gemido, apoiando-se na parede.

- E desde de quando a cabeça-de-fogo faz o que lhe mandam?

A Doremi ergueu o dedo do meio que brilhava com o fulgor da pequena chama que pousava na ponta do dedo. O Yada ergueu os braços num movimento de "rendo-me". Ela sorriu antes de deixar escapar um grito abafado quando o Kotake tentou tirar-lhe a mão do estômago.

- Não quero ouvir uma queixa! Eu não te disse para não fazeres esforços? De que é que serviu tudo o que estive a fazer? Este fim-de-semana não curou tudo! Mas, não… Tinhas que mostrar que consegues fazer tudo! Bem pequena! Isto não funciona assim! Agora…

Estava fascinada com o modo como a Doremi ouvia o sermão que o moreno lhe dava. Semicerrava os olhos, fazia beicinho e revirava os olhos, ao mesmo tempo que olhava para o Yada – que continuava a rir – com um olhar assassino. E depois, vi. O sangue.

O moreno finalmente retirou a mão dela do estômago revelando o sangue que manchava a camisola branca do conjunto de ginástica dela. Com cuidado o moreno começou a subir a blusa revelando um curativo encharcado em sangue.

O Yada rapidamente tirou uma caixa branca de dentro do saco de ginástica que estava pousado no chão, entregando-o ao Kotake.

Com cuidado começou a retirar o curativo, mandando-o para o caixote de lixo. Com um sorriso torto, pegou um pouco de gaze e num líquido e começou a limpar a ferida, ignorando os silvos e "merdas" que a rapariga soltava de quando em quando.

Olhei impressionada para o tamanho da ferida. Porquê? Porque que é que ela se tinha sujeito a ser ferida assim por nós?

- A sério pequena. Se continuas com isto vou ter de coser a ferida.

Ela revirou os olhos, embora tenha visto um sorriso mínimo aparecer no rosto com a menção do apelido.

- Então e hoje, vais para casa? – perguntou o Yada, enquanto o Kotake começava a por uma pomada sobre as bordas da ferida.

- Talvez só à noite. A minha mãe deve estar histérica e não me apetece realmente ouvi-la durante horas e horas.

- Podemos ir ver um filme. – disse o Kotake enquanto ponha gaze sobre a ferida prendendo-a com fita.

- Sim! – exclamou o Yada excitado – Estreou agora aquele novo de acção!

- Suponho que pode ser. – disse a ruiva.

- Óptimo! Então eu vou vestir-me! Encontramo-nos lá fora. – antes de sair voltou atrás com um sorriso maldoso – E não façam nada que eu não fizesse enquanto estão aqui sozinhos.

E com isso saiu do balneário, deixando os dois adolescentes a olharem espantados para a porta.

Com o estalo de dedos, a ruiva incendiou o conteúdo do caixote, eliminado as provas. O moreno, por sua vez, arrumava os materiais de primeiros-socorros, de volta no saco.

- Tetsuya…

Fiquei espantada com o tom dela. Algo frágil e cuidadoso. O Kotake ergueu a cabeça, ajoelhando-se de modo a ficar com a cabeça ao mesmo nível do que a da Doremi.

- Sim?

- Como é que sabes tanto sobre… cuidar de feridas e assim?

Ele sorriu erguendo a mão traçando o arranhão que estava escondido pelo cabelo comprido da ruiva.

- A minha mãe é enfermeira. E… bem, não te rias mas, eu quero ser um médico.

Ela sorriu pondo a mão por cima da dele.

- Porque é que me riria disso? É realmente algo fantástico Tetsuya.

- Obrigado.

Eles ficaram uns segundos assim, antes dele se levantar e dirigir-se para a porta.

- É melhor despachar-nos antes que o Yada tenha um chilique.

Ela sorriu até ele sair. Depois suspirou erguendo os olhos.

- No que é que te estás a meter Doremi?

Com cuidado ela levantou-se e começou a vestir o uniforme, queimando também a blusa branca que usava.

Assim que ela saiu do balneário, sai do meu esconderijo.

- Uau…

No que é que ela se tinha metido… O que é que ela estava a aguentar….

Suspirei. Como é que ela faz tantos sacrifícios enquanto nós aproveitamos tudo? Como é que ela se deixa estar na sombra?

Peguei no telemóvel carregando no botão de chamada. Esperei uns segundos até ouvir a saudação do outro lado:

- Hanna, sou eu. Escuta vai ter comigo ao parque. Tenho novidades.
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qui Jan 06, 2011 6:58 pm

Hello ^^

Bom ano novo :3

Baka baka baka baka baka!!! Estupida Emilie e ainda mais estupida Sophie! Tu tens mesmo de mudar a Nicole de lado. Por favor! Não ia aguentar vê-la tão estupida e idiota como as outras duas!!!

Claro que a Doremi está a sofrer -.-'' Dah!! Tipo, um demonio esfaqueou-a na tua frente nem à 1 semana! Querias que ela já tivesse ali aos saltinhos? xD

Fora essas pequenas coisas, adorei o conjunto Razz e o capitulo claro xD

Beijinhos ^^
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Sex Jan 07, 2011 3:40 pm

Olá Misa !
(venho eu atrasada como sempre aos capítulos Razz)

Estou simplesmente adorar a história^^

Mas não gosto de ver as melhores amigas da Doremi a serem tão estupidas para ela Sad

Principalmente a Emily... ela vai ficar zangada com a melhor amiga e também com o namorado Sad isso é muito triste Sad e pior...n é justo...

Temos que dar uma reviravolta a isto.xD

ADOREI e finalmente consegui ler ^^

Estou à espera dos próximos e podes ter acerteza que estou a adorar !
Escreves muito bem^^

A Doremi e o Tetsuya *.* upa upa xD

Nunca o imaginei médico sinceramente.XD Ele que era tão viciado em futebol.xD
Mas adoro o facto de como ele cuida da Dó*.*

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Sab Jan 08, 2011 10:52 pm

HEY!Very Happy

mafafaaa escreveu:
Hello ^^

Bom ano novo :3

Baka baka baka baka baka!!! Estupida Emilie e ainda mais estupida Sophie! Tu tens mesmo de mudar a Nicole de lado. Por favor! Não ia aguentar vê-la tão estupida e idiota como as outras duas!!!


Bom ano novo! Eu sei, eu sei... A Emilie e a Sophie vão servir um pouco de bode expiatório... Mas a Nicole... digamos que ela não é assim tão superficial como a vemos... Aguenta até à revelação! E a este capitulo... Wink

I_Moreira escreveu:

Olá Misa !
(venho eu atrasada como sempre aos capítulos )

Estou simplesmente adorar a história^^

Mas não gosto de ver as melhores amigas da Doremi a serem tão estupidas para ela

Principalmente a Emily... ela vai ficar zangada com a melhor amiga e também com o namorado isso é muito triste e pior...n é justo...

Temos que dar uma reviravolta a isto.xD

ADOREI e finalmente consegui ler ^^

Estou à espera dos próximos e podes ter acerteza que estou a adorar !
Escreves muito bem^^

A Doremi e o Tetsuya *.* upa upa xD

Nunca o imaginei médico sinceramente.XD Ele que era tão viciado em futebol.xD
Mas adoro o facto de como ele cuida da Dó*.*

Olá! Bem-vinda A Olhos que não vêem! Very Happy Ainda bem que estás a gostar!
As meninas ainda vão ser um pouco "idiotas" em relação à Doremi por algum tempo...Rolling Eyes A Emilie e o Masaru ainda não namoram... desculpa se dei essa ideia, aquilo que escrevi foi mais em relação a ele admitir finalmente que tinha sentimentos por ela! (eu sei que por vezes posso ser um pouco confusa...)
A Doremi e o Tetsuya... vá lá! É destino! E eu sempre o imaginei como médico na verdade! Sempre tive essa profissão na ideia para ele e depois de ler uma fic em que ele estava na faculdade de medicina ficou ainda mais intrincado (se tiverem interessadas posso tentar descobrir a fic...) mas, ele ainda continua um viciado em futebol! cheers
De qualquer modo espero que continues a gostar da fic!


18º CAPITULO - Ela também disse...

POV Nicole Segawa

A porta bateu assim que a Hanna saiu a correr. Sorri ao casal que pedia o especial de namorados antes de voltar para a copa.

- O especial de namorados Emilie! – saquei da lima das unhas enquanto esperava.

- Isso não é nada higiénico Nicole. – resmungou a Bibi enquanto tirava 4 cafés.

- Azar!

- HEI! – gritou a Sophie enquanto entrava na copa – Aquela era a Hanna que saiu a correr?

- Amhan! – acenei.

- Onde é que ela foi? – perguntou a Emilie, enquanto compunha a bandeja para eu levar.

- Pela conversa ao telemóvel, foi ter com a Momoko. – disse antes de meter o sorriso de estrela de cinema na cara antes de sair da copa.

Ainda perto da porta consegui ouvir a Sophie a reclamar.

Esta briga era tão idiota! Quer dizer, elas ainda iam ficar cheias de rugas com isto! E daí se a Harukase voltou? Nada precisa realmente de mudar. E daí se ela anda a matar demónios? Alguém tem de o fazer! Eu acho mas é que lhes está a faltar a verdadeira tragédia! Ela está a roubar os rapazes giros todos!

Depois de entregar o especial voltei para a copa.

- Nicole, o que exactamente a Hanna disse?

Elas ainda estavam nisto? Elas cansam-me a beleza!

- Sei lá! Ela atendeu o telefone, disse "Momo", sendo daí que sei que ela a Momoko, ouviu durante um pouco e disse…. – pensei durante um bocado enquanto a Sophie rosnava – AH! Depois ela disse "no way" enquanto acenava com a cabeça e… depois disse " a mamã, a sério?" e depois saiu porta fora a gritar que tirava a tarde de folga!

Sorri enquanto a Sophie rosnava ainda mais.

- Respira Soph. – disse a Emilie enquanto pegava na sua bandeja e saia.

- ELAS ESTÃO A JUNTAR-SE A ELA!

- Sem dramas por favor! Se ficar com uma dor de cabeça já sabes que te vou culpar Sophie!

A Bibi rolou os olhos. HEI! De onde é que ela saiu?

- Lembras-te de mais alguma coisa? – perguntou a Sophie entre dentes.

Pensei durante um pouco… Acho que… HEI!

- Sim! Ela também disse… como é que foi… AH! Ela disse "quanto sangue? Isso é muito mau!" e depois completou com… "uau, isso é mesmo estranho!".

Sorri satisfeita… espera… Ela disse sangue?

- Ela estava a referir-se ao ferimento não estava? – perguntei à Bibi enquanto a Sophie gritava algo entre as linhas de "Eu vou mata-las!".

- Provavelmente. – disse a ruiva devagar, enquanto saia com a sua própria bandeja.

O que é que ela quer dizer com "provavelmente"?

- ARGH!

Arregalei os olhos à procura da Emilie e da Bibi.

Ou não! Elas abandonaram-me com a Sophie! Agora vou ter de a ouvir a berrar durante horas!

Bem… é melhor sentar-me. Isto deve demorar.



POV Bibi Harukase

Saí da loja correndo um pouco até à esquina. Hoje tinha um encontro com o Ryu e depois de muito pedir, consegui com que a MajoRika me deixa-se sair mais cedo hoje, para puder passar por casa e mudar de roupa.

Até era bom, não ter de lá ficar até à hora de fecho. Ao menos não tinha que aturar as cenas da Sophie e a Nicole. A sério… aquelas duas cansavam até mesmo uma pedra.

Passei pelo parque, contornei a esquina com cuidado, continuando a correr. Elas cansavam-me de verdade. E… agora nem sequer a Emilie é uma ajuda. Ela está chateada com a.. Dó. Só porque ela não tem a coragem de falar com o Yada, não significa que a Doremi não possa!

Doremi… o que ela fez na sexta, foi… Uau! Como é que ela passou da Doremi que nós aprendemos a conhecer, para isto…

Mesmo depois de tudo, nós sempre conseguimos compreender qualquer acção que ela tomasse, mas agora… É como observar uma estranha.

Cheguei a casa. 16:00. Boa! Ainda tinha uma hora e meia até o Ryu me vir buscar!

Entrei deixando os sapatos da farda na entrada, sem me preocupar em arruma-los, e subi directamente para o duche. Não estava ninguém em casa, por isso podia estar à vontade.

Depois de uma banho rápido, e lutar com o armário, finalmente estava vestida. O conjunto era perfeito para esta saída. A saia jeans era suficientemente curta para o Ryu sonhar e a camisola era do exacto tom de vermelho que as minhas unhas. Peguei nas sapatilhas vermelhas quando, ouvi uma escala simples ser tocada no piano. Bem, suponho que a mãe já esteja em casa.

Peguei na escova tentando desembaraçar os caracóis enquanto abanava a cabeça ao som da musica de Debussy que ressoava pela casa. A mãe devia estar mesmo inspirada. Olhei para o relógio. 16:55. Boa, ainda tinha uns 35 minutos antes de me ter de encontrar com o Ryu.

Olhei ao espelho e decidi prender o cabelo com a bandelete prateada. Perfeito! O Ryu nem saberia o que o atingiu!
Spoiler:
 
Desci as escadas. A mãe estava a acabar a peça. Estava mesmo bom. Há quanto tempo não a ouvia tocar? Há pelo menos uns meses que ela não tocava nas teclas pretas e brancas. Eu devia ir lá cumprimenta-la!

Com as últimas notas a ressoar, caminhei para a porta a sala, parando espantada. Não era a mãe que estava sentada ao piano. Não.

Era a Doremi.

A ruiva estava de jeans justos e uma blusa preta e cinza, às riscas, de mangas compridas e decote à barco, que deixava ver o ombro esquerdo totalmente inchado e negro. A parte da cara que estava à mostra deixava-me ver um arranhão grande na têmpora.
Spoiler:
 
Encostei-me à ombreira da porta assimilado a imagem. O ombro, a cara… E depois vi. O sorriso. Era mínimo e triste e não durou nada mas, era um sorriso. Eu ainda não a tinha visto sorrir desde que ela tinha voltado.

Ela estalou os dedos fazendo aparecer uns papéis na prateleira de leitura. Depois pegou no lápis, que estava sempre ali, e começou a fazer pequenas anotações. Aquilo era… uma partitura?

Ela mordeu o lábio inferior enquanto aquecia os pulsos. Depois com cuidado, pousou-os nas teclas e começou a tocar com cuidado.


Começou com umas notas agudas, na mão direita com, a esquerda a dar um tom mais grave. Depois, parou e pegou no lápis riscando uma sequência de notas e acrescentando outra, parecendo chateado com o facto de estar "errado". Abanando a cabeça repetiu o último harpejo e continuou a melodia, deixando avançar até um forte súbito. A seguir começou com uma linha de melodia totalmente diferente, com pequenas sugestões do que tinha sido tocado anteriormente.

Ela parou novamente, pegando no lápis para corrigir a parte seguinte. Vi uma lágrima solitária percorrer a bochecha dela enquanto mordia o lábio. Depois rolou os ombros e voltou a tocar novamente fazendo uma sequência rápida com a mão direita.

Abracei-me. Era belíssima. Era como ouvir… tristeza. Mas, ao mesmo tempo força. Era surreal.

Com cuidado ela deixou a melodia acalmar e tocou as notas finais. Deixei escapar umas quantas lágrimas, enquanto a minha irmã fechava os olhos com força, deixando as mãos descansar nas teclas de marfim.

- MENINAS ESTOU EM CASA!

Dei um pulo, correndo rapidamente para o inicio das escadas. Vi a Doremi passar, mandando-me um olhar, curiosa antes de ir ajudar a mãe com as mercearias.

Ouvi a mãe começar a reclamar com ela, por causa do ombro dela e depois deixar escapar um gemido ao ver os arranhões.

Enquanto elas estavam nisso, deixei escapar-me para a sala. Ela ainda não tinha arrumado os seus papéis. Aproximei-me devagar, espreitando a porta de 5 em 5 segundos, à espera de ver a Doremi a vir mata-la

Fui aproximando-me até estar perto o suficiente para conseguir ler. Era de facto uma partitura. Escrita por ela.

Traços cuidados manchavam o papel, outrora branco. Pequenas ovais marcavam as notas e riscos furiosos cancelavam sequência e notas. Os cantos estavam amarrotados, como se tivesse pegado naquilo muitas vezes e pequenas manchas ovais marcavam o papel com uma tonalidade mais escura… Lágrimas. No topo da página e escrito numa caligrafia bonita e inclinada, estavam duas simples palavras: "Pour Mark… ".

- Isso não é muito bonito Miss Bibi.

Virei-me rapidamente vendo a fada cor-de-rosa deitada no ar. Acenei assustada antes de sair da sala a correr.

- Bibi vais sair assim vestida?

Olhei para o lado vendo a mãe a sair da cozinha enquanto secava as mãos à toalha. Acenei com a cabeça, ao mesmo tempo que a campainha tocava. Ela sorriu:

- Bem, apenas não deixes o teu pai te ver.

Sorri levemente. Sim… tenho a certeza que o pai se passaria com a saia. Calcei rapidamente as sapatilhas e abri a porta.

- Hey Bibi! – disse o Ryu sorrindo – Estás linda!

- Obrigada! Vamos?

Ele ofereceu-me o braço, quando ouvi o meu nome ser chamado. Virei-me vendo a Doremi a olhar para mim.

- Sim? – perguntei. Ela girou os olhos levantando o braço.

- Não te estás a esquecer de alguma coisa? – perguntou enquanto abanava a minha mala de ganga.

A mãe desatou a rir-se, enquanto eu simplesmente arranquei a mala da mão dela e fechei rapidamente a porta.

- Desculpa por isso Ryu, a minha família é algo disfuncional.

Ele riu-se oferecendo-me novamente o braço. Começamos a caminhar em direcção ao cinema, conversando levemente. Mas, não conseguia deixar de pensar…

Quem é o Mark?


Última edição por misa3000 em Dom Jan 16, 2011 1:39 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Jan 09, 2011 12:02 am

Adorei o capítulo*.*
Mesmo bonito^^
Amorei*.* Tens imenso jeito para escrever*.*

Estou ansiosa que chega o próximo^^

misa3000 escreveu:
Quer dizer, elas ainda iam ficar cheias de rugas com isto!

Adorei isto.xD
Omg O.o é Nicol e está tudo dito.XD
É um máximo.xD

misa3000 escreveu:
Elas ainda estavam nisto? Elas cansam-me a beleza!

Vaidosa como sempre !
Eu parto-me com ela.xD
A sério ! Não podias ter escolhido melhor os comentários.XD

misa3000 escreveu:
AH! Depois ela disse "no way" enquanto acenava com a cabeça e… depois disse " a mamã, a sério?" e depois saiu porta fora a gritar que tirava a tarde de folga!

Ela não podia simplesmente resumir em vez de dizer exactamente o que ia fazer ? Razz
Omg.xD
Rir mesmo neste capítulo foi com ela.xD
HAHA

misa3000 escreveu:
ao som da musica de Debussy

Foi uma óptima ideia escolheres esta música Smile
Ela é linda*.*
Simplesmente adoro este instrumental^^ é tão bonito*.*
Quem diria a Doremi a escrever músicas*.*
Sem dúvida que é a minha personagem favorita^^

misa3000 escreveu:
Ele riu-se oferecendo-me novamente o braço. Começamos a caminhar em direcção ao cinema, conversando levemente. Mas, não conseguia deixar de pensar…

Quem é o Mark?

huuu.xD
A bibi tem namorado Razz
Que interessante.xD

E o MArk :X
Pobre Doremi...escreveu a partitura para o amigo que matou sem crer :X
E chorou ao escreve-la ...
É triste :X

Podes continuar a escrever mais*.* Eu simplesmente adorei^^

Adoro as tuas descrições e escrita*.*
E a história está a ser mesmo muito interessante^^
Não mostres a saia ao pai senão ele chateia-se xD
Cinema que lindo....

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Jan 09, 2011 1:42 am

Olá!!! ^^

Nicole *-* É como eu digo. A Nicole é neutra :3 Nem do lado de uma, nem do lado da outra.
As frases do tipo cansam-me a beleza é mesmo a ela Very Happy Adorei!

A Bibi já está muito mais calma com a Doremi ^^ Que bom!
A Doremi a tocar piano *-* Eu também tenho andado a tocar piano (embora devesse tocar guitarra XD)
Adorei a música. É linda mesmo.

Adorei o capítulo. Acho que gosto sempre mais dos capítulos que venham com uma música junto xD Gosto de ler e ouvir música ao mesmo tempo, especialmente se a música se adequar ao que estou a ler ^^

Bem,
Beijinhos e até ao próximo capítulo, que já se faz tarde e eu tenho de me ir deitar Razz
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Jan 09, 2011 11:51 am

mafafaaa escreveu:
Adorei o capítulo. Acho que gosto sempre mais dos capítulos que venham com uma música junto xD Gosto de ler e ouvir música ao mesmo tempo, especialmente se a música se adequar ao que estou a ler ^^

Isso é verdade *.*
Eu tmb adoro^.^

Por isso é que eu fiz isso na minha fic com o beijo de Syaoran e Sakura *.*

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Ter Jan 11, 2011 3:12 am

I_Moreira escreveu:
mafafaaa escreveu:
Adorei o capítulo. Acho que gosto sempre mais dos capítulos que venham com uma música junto xD Gosto de ler e ouvir música ao mesmo tempo, especialmente se a música se adequar ao que estou a ler ^^

Isso é verdade *.*
Eu tmb adoro^.^

Por isso é que eu fiz isso na minha fic com o beijo de Syaoran e Sakura *.*

Vou responder às duas junto, porque ambas deixaram reviews enormes e o post ficaria mesmo muito grande e o pessoal morreria lentamente enquanto tentavam chegar finalmente ao capitulo...!Very Happy
BGD!!!!!!!!! EU ADORO-VOS! VOCÊS SÃO LEITORAS FENOMENAIS!
OK... momento histerico a passar... PASSOU!
Eu gosto de me divertir com a Nicole! Ela é divertida! Laughing
O Mark é apenas um encontro - lembram-se como a Bibi, tinha sempre aquela horda de rapazes a segui-la?
Eu AMO musica! Principalmente piano (pianista assumida aqui!) e aquela musica do Naruto é uma das minhas favoritas! Ainda vão haver mais capítulos com musica, mas vão ser algo espaçados... arriscando-me a adiantar um pouco a historia...: musica é um pouco "tabou" para as meninas!

Eu ando super entusiasmada com a historia! Mal consigo controlar-me para não postar tudo de seguida, mas depois lembro-me que para postar preciso de ter coisas escritas! Razão pela qual estou aqui à 3:04 da manhã.... Bem... Para honrar o meu entusiasmo tudo aqui vai o proximo capitulo!

19º CAPITULO - Respira Harukase

POV Doremi Harukase

- BIBI AMANDA HARUKASE! – gritou a mãe assim que a Bibi passou pela janela do quarto às 4 da manhã.

- Mãe! – ela ia mesmo tentar o ar surpreendido? A sério? Boa sorte! Ela deixou de acreditar nisso quando eu tinha 11.

- O que é que eu disse acerca de ir lutar contra demónios? Ah? Bibi?

- Mãe! Vá lá! Eu estou cansada! Não pudemos discutir isto amanhã?

- Mas Bibi! – a mãe continuou a olhar para a porta por onde a minha irmã tinha saído, para tomar um duche.

Abanei a cabeça. Elas tinham que parar com isto.

- Deixa estar mãe, eu falo com ela. – deixei escapar um pequeno sorriso – Vai para a cama.

- Mas Doremi… Tu viste a perna dela?

- Vi mãe… Deixa estar eu tomo conta dela.

Ela suspirou um pouco antes de se aproximar de mim e pousar a mão dela na minha cara. Tentei não me encolher mas, ainda a senti tremer um pouco quando não consegui ignorar a necessidade de me encolher. Ela suspirou.

- Boa noite querida.

Esperei que ela saísse do quarto antes de pegar no roupão da Bibi e ir esperar por ela à porta da casa-de-banho.

Assim que ela saiu enrolada na toalha, peguei-lhe no braço e ignorando os resmungos e tentativas de murros arrastei-a para o meu quarto.

- Senta-te.

- Tu não podes falar comigo assim! – gritou ela.

- BIBI! – gritei irritada. Ela calou-se com um ar surpreendido. – Senta-te.

Assim que acabei de resmungar a ordem ela sentou-se com um ar assustado.

Boa Harukase… Agora assustas a tua irmã mais nova.

Ajoelhei-me tirando uma caixa branca de tamanho médio debaixo da cama. Sentei-me ao lado da ruivinha e peguei na perna dela, começando a limpar a ferida com betadine.

- Sabes Bibi… Eu não te vou dizer para deixares de lutar contra demónios. – Ela olhou para mim espantada – Devia, mas não vou.

- Porquê?

- Porque eu percebo o desejo de querer provar algo a mim mesma e a outros.

- Não é isso que estou a tentar fazer!

- Não? – revirei os olhos enquanto continuava com o meu trabalho na perna dela – Tenta mentir a ti mesma o quanto quiseres Bibi mas, eu conheço-te.

Suspirei ignorando o olhar da minha irmã:

- Queres lutar contra demónios, luta. Mas, prepara-te. Nunca os subestimes. Nunca penses que eles são mais idiotas que tu. Nunca vás para o campo de batalha com a certeza que vais ganhar.

FLASHBACK

- Baixa-te idiota! – gritei enquanto me desviava de uma bola de electricidade.

- Tem calma Ginger! Nos temos isto no papo! – gritou o rapaz pequeno de cabelo louro. Blondie, o maior sacana idiota que já conheci.

De repente uma bola de fogo foi lançada na nossa direcção, explodindo quando bateu no chão. O batalhão levantou voo, caindo cada um no seu canto.

Levantei-me vendo uma figura ao meu lado. Uma figura que não respirava. Uma figura pequena de cabelo loiro.

- Blondie! Vá lá sacana não me faças isso! – procurei freneticamente o pulso dele. Nada… Ele estava morto.

- BOLAS BLONDIE!

- Doremi? Doremi? Doremi!

Acordei da minha recordação. Ignorei a minha irmã, levantando-me indo em direcção ao baú cheio de fechaduras que estava ao canto do meu quarto. Abaixei-me, passando devagar a mão sobre a fechadura maior, deixando uma aura cor-de-rosa cobrir o metal:

- Abririu.

A fechadura fez o "cliq" e as correntes caíram deixando o baú abrir-se. Na tampa organizados, estavam filas e filas de fracos de poções. Peguei numa cujo conteúdo era cor-de-rosa claro e com um aceno de mão fechei novamente o baú.

- Toma – disse entregando o frasco à minha irmã – Bebe. Sabe a merda mas ao menos não te tens de preocupar mais com o veneno do demónio que te deixou essa bonita ferida.

Sentei-me novamente ao pé dela e ignorando o "ARGH" de repulsa que ela deixou escapar depois de beber a poção comecei a enrolar a perna dela em gaze.

- De qualquer modo Bibi… queres lutar, óptimo fá-lo! Mas, não preocupes os pais. Eles não merecem isto.

- Como se tu fosses uma para falar. AI! – exclamou ela quando apertei com mais força a gaze na perna dela – Bem eu tenho razão! Tu abandonaste-nos!

- Não, não o fiz. Mas, isso não é conversa para agora. – Respira Harukase… - Os pais não tem que saber o que anda exactamente a passar-se no nosso mundo. Por isso… Se queres lutar, luta, mas se alguma vez precisares de ajuda, chama-me. Não te deixes matar por uma idiotice como esta.

- Pensas assim tão pouco de mim? – perguntou ela irritada.

Respira Harukase…. Estrangular a tua irmã não te leva a lado nenhum…

- Não, não penso. Mas o facto é… Tu não tens treinamento. Tu não sabes o que fazer, se por ventura, ficares sem poderes.

- Mas! – ergui uma mão para ela me deixar continuar a falar.

- Mas, não saber o que fazer, não é nenhuma fraqueza. Prefiro mil vezes, que não saibas o que fazer nessa situação, porque significa que nunca tiveste numa situação que o precisasses de saber.

- Tu tiveste? – perguntou ela de olhos abertos. BOLAS! Ela não tinha que saber isso. Suspirei.

- Vai para a cama Bibi. São quase 5 da manhã e amanhã tens aulas às 8.

Deixei-me estar sentada enquanto esperava que ela se levantasse. Após uns momentos ela finalmente levantou-se e ficou a olhar para mim antes de me dar um abraço curto. Gelei no meu lugar quando ela sussurrou um "obrigado" no meu ouvido.

Quando ela estava mesmo a sair do quarto ela virou-se novamente na minha direcção.

- Dó…

Ergui o rosto, tentando parecer mais descontraída.

- Porque é que os demónios te chamam Ginger?

Fechei os olhos com força. Mordendo o lábio antes de responder.

- Porque depois de uma batalha comigo o chão fica repleto de sangue derramado. Vermelho… igual ao meu cabelo. Vermelho… igual à minha alma…

"…se ainda a tiver…" pensei .

Ela saiu fechando a porta atrás dela. Suspirei antes de me levantar e sair pela janela.

Hora de derramar algum sangue.
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Ter Jan 11, 2011 1:13 pm

misa3000 escreveu:
Vou responder às duas junto, porque ambas deixaram reviews enormes e o post ficaria mesmo muito grande e o pessoal morreria lentamente enquanto tentavam chegar finalmente ao capitulo...!Very Happy
BGD!!!!!!!!! EU ADORO-VOS! VOCÊS SÃO LEITORAS FENOMENAIS!
OK... momento histerico a passar... PASSOU!
Eu gosto de me divertir com a Nicole! Ela é divertida! Laughing
O Mark é apenas um encontro - lembram-se como a Bibi, tinha sempre aquela horda de rapazes a segui-la?
Eu AMO musica! Principalmente piano (pianista assumida aqui!) e aquela musica do Naruto é uma das minhas favoritas! Ainda vão haver mais capítulos com musica, mas vão ser algo espaçados... arriscando-me a adiantar um pouco a historia...: musica é um pouco "tabou" para as meninas!

Eu ando super entusiasmada com a historia! Mal consigo controlar-me para não postar tudo de seguida, mas depois lembro-me que para postar preciso de ter coisas escritas! Razão pela qual estou aqui à 3:04 da manhã.... Bem... Para honrar o meu entusiasmo tudo aqui vai o proximo capitulo!

A Nicole é divertida sim Smile
E o papel dela no anime é mesmo esse.XD apesar de que na série 2 ela era muito carinhosa com a pequena Hanna*.*
O Mark era o melhor amigo da Doremi Smile e a Bibi sempre teve muitos rapases atrás dela.xD Sempre.xD o exercito protector partia-me toda.xD
A música é linda sim senhor, mas não dava apenas no Naruto, mas também deu no Crepusculo, para quem não viu^^ E foi uma cena lindah*.* O Edwaurd a tocar para a Bella Smile
E em relação ao escreveres todos os capítulos de uma vez....acredita que eu não me importava nada porque fico triste quando acabam Sad

Em relação a este capítulo...
LINDO ! Por acaso foi mesmo muito lindo !
A Doremi continua amável como era*.* Ela nisso não mudou e a Bibi finalmente já se dá bem com a irmã*.*
Ao ponto de lhe agradecer daquela maneira e abraçando-a*.*
Foi tão bonito*.*
Só espero que nesta história ninguém morra-.-
Se não vai ser uma desilusão ...tanto trabalho para nada...e a Doremi de certeza que se sentiria mal.
Já tenho saudades de ver aqui o Tetsuya pah ! xD

Escreve mais escreve*.*
Estou anciosa que venha o próximo capítulo*.*

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Ter Jan 11, 2011 1:39 pm

misa3000 escreveu:
Hey!

Decidi depois de ler as vossas mensagens no tópico de apresentações, que devia postar a minha fic aqui também.
Para começar só quero informar que esta é a minha primeira fic e que ainda ando a desenvolver a minha maneira de escrever, por isso...

Bem de qualquer modo, acho que devo fazer uma pequena introdução à fic por assim "dizer".
Olhos que não vêem, passa-se 6 anos depois do final de dokkan. As personagens tem 17 anos e muito se passou. Amizades que se pensavam ser para sempre são rompidas e demasiados problemas aparecem para serem resolvidos.
Ao longo da fic o mistério irá aumentar e haverá romance em desenvolvimento, lutas e violência com muitos problemas de carácter psicológico profundo (pelo menos na minha opinião). Só para deixar aqui uma nota: a maior parte da fic é narrada com POV (point of view - ponto de vista) de diversas personagens.

Por agora não posso realmente adiantar muito mais se não depois perde a piada mas vou deixar-vos pelo menos agora o prologo e descrições de personagens:

(AH! esqueci-me de dizer: eu uso a maior parte dos nomes no original Japonês, basicamente só a Onpu é que mudei para o europeu de Nicole)


PROLOGO


«Não…Não! Não, deixa-me ir! Não! Não! NÃO!»

Abri os olhos irritada. Memórias velhas como aquelas deviam estar trancadas em baús velhos cheios de trancas.

A mulher ao meu lado remexeu-se incomodada, tentado a todo o custo não me tocar, dentro dos limites do espaço diminuto dos lugares do autocarro. Este cheirava a pessoas. Suor, tabaco, perfume, tudo perfeitamente misturado. Cheirava a liberdade. Era incrivelmente diferente do cheiro a morte, sangue e lágrimas não derramadas, do lugar de onde fugia.

Podia enrolar-se numa bola e chorar por este pequeno gosto, esta pequena porção de liberdade, mas não faria. Não agora. Talvez á 5 anos atrás o fizesse se eles não tivessem acabado com a minha vida. Quando eles acabaram com qualquer ilusão de quem eu era e, me transformaram no que sou agora. E o pior? Aquela "mulher" permitiu-o. Era tão irritante, pensei fechando a mão num punho; ao mesmo tempo um relâmpago embateu no asfalto ao lado do autocarro, fazendo todas as pessoas que nele estavam darem o gritinho básico. Ridículo.

Acabamos de passar pela placa de «Bem-vindos a Misora». Suspirei. Agora não tinha outra escolha senão controlar-me. Aqui não podia fazer coisas como as que fazia.

O autocarro passou pela loja. Imensas pessoas entravam e saiam. Parece que elas mudaram outra vez de negócio. Agora é um "café musical". As meninas iam ficar tão…

Não! Abri os olhos irritada comigo mesma. Não! Eu estava de volta, elas não podiam tirar-me isso.

Doremi Harukase estava de volta. Agora aguentem-se.



PERSONAGENS


Doremi Harukase – Cabelo ruivo pelo fundo das costas levemente ondulado com uma franja lateral comprida.

Olhos rosas frios.

Visual motoqueira: Casaco de cabedal preto, botas, jeans, tops desportivos, etc…

Idade: 17

Aniversário: 30 de Julho

Família: Keisuke, Haruka e Bibi Harukase

Emilie Fujiwara – cabelo castanho claro cortado acima dos ombros com franja lateral (estilo channel).

Óculos de estilo rectangulares clássico escondendo olhos castanhos profundos.

A mais baixa do grupo.

Visual clássica: saias, camiseiros, casacos…

Idade: 17

Aniversário: 14 de Fevereiro

Família: Akira e Reiko Fujiwara; Baaya (ama)

Sophie Seno – cabelo preto cortado rente (quase à rapaz) espetado.

Olhos azuis-escuros.

A mais alta do grupo.

Visual desportivo chique.

Idade: 17

Aniversário: 14 de Novembro

Família: Koji Seno; Atsuko Okamura

Nicole Segawa – cabelo cortado pelos ombros com franja direita, pintando de roxo.

Olhos violenta grandes e expressivos.

Visual: chique (vestidos de seda, casacos de designers, etc…)

Idade: 17

Aniversário: 3 de Março

Família: Tsuyoshi e Miho Segawa

Momoko Asuka – Cabelo loiro liso comprido batendo levemente abaixo das omoplatas.

Olhos verdes sempre divertidos.

Visual hippy/boémio chique.

Idade: 17

Aniversário: 6 de Maio

Família: Kenzo e Minori Asuka

Hanna Makihatayama – Cabelo loiro liso comprido (batendo no fundo das costas) sempre preso de lado.

Olhos castanhos-claros.

Visual Casual: blusas e calções.

Idade: Real – 8, Aparência – 17

Aniversário: 25 de Março

Bibi Harukase – cabelo cobre aos cachos largos pelos ombros.

Olhos rosas.

Visual menina de escola.

Idade: 13

Aniversário: 9 de Setembro

Família: Keisuke, Haruka e Doremi Harukase

Outras personagens

Tetsuya Kotake – Cabelo preto curto, num penteado entre o arrumado e o espetado.

Olhos azuis-claros.

Visual descontraído, mas arrumado.

Idade: 17

Aniversário: 15 de Abril

Masaru Yada - Cabelo mel desgrenhado.

Olhos verdes escuros.

Visual descontraído (t-shirts, jeans, camisas de flanela, etc...)

Idade: 17

Aniversário: 13 de Janeiro

(Os nomes dos pais estão em ordem: pai, mãe e restantes…)






Ora boas
Eu sou aquela que e conhecida por ler toda a fic que aparece quando nao tem mais nada para fazer xD
Enfim. Eu confesso que esta é a primeira vez que leio fics de Doremi, e apenas consegui ler o prologo ainda, porque ando com muita perguiça, tanto para escrever, tanto para ler. Eu, como ja vi q a tua ta muito avançada, vou lendo devagar para ir comentando à medida que leio.
Contudo, do que li, tenho algumas coisinhas a dizer-te ^^
Devias ter começado por fazer um indice. Por exemplo eu agora cheguei aqui e fiquei muito perdida. O primieiro tópico no qual meteste o prólogo, deveria ter sido logo com o indice, para que assim, um novo leitor saiba quantos capitulos ja publicaste, e em que paginas eles estao localizados.
Em segundo, e isso considerei muito bem, a introduçao que fizeste. Teres começado por dizer quem sao as personagens e as suas características foi muito inteligente da tua parte ^^
E gostei muito da maneira como escreveste o prólogo. Só tenho uma coisinha a apontar ^^'

"Talvez á 5 anos atrás " Aqui "à" é com "há".
De resto, depois a medida que for lendo vou dizendo mais coisnhas ^^
Jokinhas, e continua a escrever ^^ Quero depois ver o fim desta fic ^^
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Ter Jan 11, 2011 2:37 pm

Olá!!

Finalmente a Dó e a Bibi estão a reconciliar-se *-*
Vamos ver se continuam assim durante muito mais tempo.
Ainda vemos elas as duas a lutarem contra os demónios juntas xD

O capítulo foi fofo :3 Adorei!
(Este comentário não foi muito grande porque não tenho muito tempo para tar no pc... Ainda vou ter aulas)

Beijinhos ^^
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Ter Jan 11, 2011 3:19 pm

Respondendo a reviews!Smile

Tinoco-chan escreveu:

Ora boas
Eu sou aquela que e conhecida por ler toda a fic que aparece quando nao tem mais nada para fazer xD
Enfim. Eu confesso que esta é a primeira vez que leio fics de Doremi, e apenas consegui ler o prologo ainda, porque ando com muita perguiça, tanto para escrever, tanto para ler. Eu, como ja vi q a tua ta muito avançada, vou lendo devagar para ir comentando à medida que leio.
Contudo, do que li, tenho algumas coisinhas a dizer-te ^^
Devias ter começado por fazer um indice. Por exemplo eu agora cheguei aqui e fiquei muito perdida. O primieiro tópico no qual meteste o prólogo, deveria ter sido logo com o indice, para que assim, um novo leitor saiba quantos capitulos ja publicaste, e em que paginas eles estao localizados.
Em segundo, e isso considerei muito bem, a introduçao que fizeste. Teres começado por dizer quem sao as personagens e as suas características foi muito inteligente da tua parte ^^
E gostei muito da maneira como escreveste o prólogo. Só tenho uma coisinha a apontar ^^'

"Talvez á 5 anos atrás " Aqui "à" é com "há".
De resto, depois a medida que for lendo vou dizendo mais coisnhas ^^
Jokinhas, e continua a escrever ^^ Quero depois ver o fim desta fic ^^

Hey! Bem vinda a Olhos Que Não Vêem! Fico mesmo feliz que estejas a gostar do que já leste!
Vou tentar por um índice no primeiro post, bgd por pedires. Esta é a minha primeira experiência a postar fics em fóruns e agradeço todas as dicas Wink.
E agradeço sempre correcções para melhor o meu português! BGD!
Diverte-te com a continuação da historias! Very Happy

I_Moreira escreveu:

A Nicole é divertida sim
E o papel dela no anime é mesmo esse.XD apesar de que na série 2 ela era muito carinhosa com a pequena Hanna*.*
O Mark era o melhor amigo da Doremi e a Bibi sempre teve muitos rapases atrás dela.xD Sempre.xD o exercito protector partia-me toda.xD
A música é linda sim senhor, mas não dava apenas no Naruto, mas também deu no Crepusculo, para quem não viu^^ E foi uma cena lindah*.* O Edwaurd a tocar para a Bella
E em relação ao escreveres todos os capítulos de uma vez....acredita que eu não me importava nada porque fico triste quando acabam

Em relação a este capítulo...
LINDO ! Por acaso foi mesmo muito lindo !
A Doremi continua amável como era*.* Ela nisso não mudou e a Bibi finalmente já se dá bem com a irmã*.*
Ao ponto de lhe agradecer daquela maneira e abraçando-a*.*
Foi tão bonito*.*
Só espero que nesta história ninguém morra-.-
Se não vai ser uma desilusão ...tanto trabalho para nada...e a Doremi de certeza que se sentiria mal.
Já tenho saudades de ver aqui o Tetsuya pah ! xD

Escreve mais escreve*.*
Estou anciosa que venha o próximo capítulo*.*

HEY! A Nicole é sempre divertida.
Não me recordo de ouvir esta musica no Crepusculo... A que o Eddie toca é diferente. pirat
A Bibi vai ainda ter uns momentos, menos brilhantes, mas por enquanto ela esta melhor! A Dó sempre foi amavel, mesmo quando parece a Arrogante com "A" grande! Wink
Morrer morrer... não sei! Mas há alguns mortos!
Muitas saudades do Tetsuya, também!


mafafaaa escreveu:
Olá!!

Finalmente a Dó e a Bibi estão a reconciliar-se *-*
Vamos ver se continuam assim durante muito mais tempo.
Ainda vemos elas as duas a lutarem contra os demónios juntas xD

O capítulo foi fofo :3 Adorei!
(Este comentário não foi muito grande porque não tenho muito tempo para tar no pc... Ainda vou ter aulas)

Beijinhos ^^

Oi!
Elas ainda vão ter alguns problemas mas já não estão tão mal como antes!
Ainda bem que gostas-te do capitulo!
Boas aulas!!!
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qua Jan 12, 2011 8:04 pm

misa3000 escreveu:
HEY! A Nicole é sempre divertida.
Não me recordo de ouvir esta musica no Crepusculo... A que o Eddie toca é diferente. pirat
A Bibi vai ainda ter uns momentos, menos brilhantes, mas por enquanto ela esta melhor! A Dó sempre foi amavel, mesmo quando parece a Arrogante com "A" grande! Wink
Morrer morrer... não sei! Mas há alguns mortos!
Muitas saudades do Tetsuya, também!

Podem morrer pessoas, mas por favor não mates as mais importantes :X
Tadinhas..
Quero mais quero mais*.*
Quero o Tetsuya continuação *.*
Quero ver love! Muito love *.*

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qua Jan 12, 2011 8:56 pm

20º CAPITUlO - Oh, oh, oh, a pirats life for me!

POV Doremi Harukase


Frio.

Era como se estivesse a flutuar. Mas, não era água o que me rodeava.

Não.

Era escuro. Quente.


- Doremi acorda.

Era sangue. E eu estava-me a afogar nele.

Não!

Não afogar… Flutuar.


- Doremi. Vá lá querida.

Era frio.

Era quente.

Era estranho e algo acolhedor.

O vermelho rodeava-me.

O meu cabelo flutuava e o vestido comprido leve dançava suavemente sobre os meus pés nus.

Era tão estranho. Tão… macabro…

E, no entanto sabia a… sabia como…

Uma carícia.

- Dó, então? Acorda filha.

Subitamente uma espécie de redemoinho formou-se à minha direita. Uma corrente, uma oscilação do líquido vermelho que me rodeava. Devagar, quase timidamente, essa corrente formou uma fita.

De seda.

Vermelha.

Que, delicadamente evolveu o meu pulso.

Uma outra fita, igual à anterior, envolveu o meu outro pulso.

Era um toque tão suave na minha pele. Tão leve como o tocar de uma pena.

- Dó?

De repente todas as cores se evidenciaram. Todos os tons. Todos os vermelhos diferentes tornaram-se nítidos. O meu cabelo num tom acobreado, a água no tom mais escuro do sangue, as fitas vermelhas com rubis.

Quente.

As fitas dançavam nas correntes invisíveis, criando uma coreografia própria. Devagar, o vermelho rubi que marcava a seda foi tomado por outras cores. A que segurava o meu pulso esquerdo adoptou uma cor negra. A que segurava o direito recebeu por sua vez um surpreendente tom de branco.

Frio.

Era tão belo, tão mágico. Nem me conseguia importar com a pressão que o aperto começava a fazer sobre a minha pele.

Frio e Quente.

Frio e Quente.


- Doremi querida. Vá lá acorda! Estás a assustar-me…

O ambiente estava cada vez mais agitado. Era como se devagar um redemoinho se tivesse formado. E eu estava no centro.

O vermelho tão reconfortante, tão assustador, foi aos poucos desaparecendo, sendo substituído por um tom perfeitamente equilibrado de cinzento.

Quente e Frio.

A pressão das fitas tornou-se insuportável. Tornou-se numa garra que me queimava a pele e me mordia a carne.

Tentei me libertar do aperto.

Nada!

Doía! Doía tanto!

Tanta dor…

Queria me encolher. Tentar em vão fugir da dor que assolava cada célula do meu corpo. Tentar fugir da vontade de gritar.

O aperto tornou-se intolerável. Escavando a minha pele, a minha carne. Fazendo-me sangrar.

Arfei.

E, depois…

Abri os olhos. Vermelhos.


- Doremi!

Abri os olhos, sentando-me rapidamente, segurando o punhal que nunca abandonava contra o pescoço da pessoa que me havia tocado.

Depois, lutei contra o instinto, limpando o sonho da minha mente. Respirei fundo, piscando os olhos antes de assimilar por completo a situação.

- Mãe…?

Larguei rapidamente o punhal, deixando-o cair em cima do cobertor que me tapava as pernas, baixando a cabeça.

Eu tinha acabado de apontar um punhal ao pescoço da minha mãe.

- Mãe, eu… – engoli em seco, tentando em vão lutar com a realidade – eu… – eu era um monstro – Desculpa.

Baixei a cabeça, á espera que ela se fosse embora.

O que é que eu tinha feito? Eu… EU… Eu não era humana.

Uma mão pousou no meu ombro apertando-o levemente.

Ergui os olhos espantada, levantando a cabeça. A mãe estava a olhar para mim preocupada. Porquê? Eu… eu era um monstro.

Ela aproximou-se mais, sentando-se à minha frente ante de me evolver num abraço. Deixei-me estar quieta, demasiado espantada para tentar sacudi-la como fazia geralmente.

- Pronto querida. – disse ela tentado… reconfortar-me. Porquê?

- Mãe…

- Pronto querida, não faz mal.

Arregalei os olhos:

- Não faz mal? – ela estava doida? – Estás doida? Mãe! Eu apontei com um punhal ao teu pescoço! Eu podia ter-te matado!

Ela sorriu, dando-me pequenas palmadinhas no ombro. Ela não tinha a mínima noção do perigo pois não?

- Mas não o fizestes. Não faz mal querida, eu não estou ofendida. – Ofendida? Ela era louca? A mãe de repente fez um ar preocupado apertando mais o meu ombro – Dó… porque é que dormes com um punhal debaixo da almofada?

Olhei para baixo, observando o brilho do metal sobre a colcha escura.

- Dó? – repetiu a mãe. Suspirei.

- Protecção constante. – disse entre dentes – Nunca sabemos quando alguém vai atacar.

Houve um silêncio doloroso. Arrisquei um olhar na sua direcção, arrependendo-me quando vi o quão pálida estava. Era exactamente por causa de situações assim que me não queria ter contando nada.

O barulho da minha irmã a gritar com o pai, entrou no quarto cortando o silêncio e fazendo a mãe dar um pequeno pulo. Depois abanando a cabeça deu um pequeno sorriso e pouso a mão na minha cara.

- Bem… A levantar querida, se queres ter tempo de comer qualquer coisa antes do jogo. – levantou-se abrindo as cortinas, deixando a luz pálida entrar no quarto – Veste-te quente, ok querida? Hoje está extremamente frio! Não me surpreendia nada se ainda esta semana começasse a nevar!

Com cuidado ela fechou a porta atrás dela, sorrindo na minha direcção antes de a fechar por completo.

Porquê?

Porque é que ela não me odeia?

Porque é que ela finge que está tudo bem? Que nada disto faz mal?

Porquê?

«Quente e Frio»



Uma névoa fina caia sobre as bancadas do campo.

Aproximei-me dos dois rapazes que estavam encostados à rede conversando entre si. Cheguei ao pé deles silenciosamente, esticando o braço para bater-lhe no ombro. É nestas alturas que me lembro como odeio ser baixinha.

Assim que ele me viu puxou-me pelo braço escondendo-me entre ele e o Masaru. Ergui uma sobrancelha, cruzando os braços com sarcasmo a pingar em cada sílaba quando murmurei um «Desculpa?».

- Temos que te esconder do Takeshi. – disse o Tetsuya fazendo uma careta.

- Ele está sobre a impressão que está perdido de amores por ti. – disse o Masaru com outra careta.

Ergui as sobrancelhas. Eles estavam a tentar proteger-me? Isso era… querido… e algo irritante.

- Vocês sabem que eu sei tomar conta de mim, certo?

- E? – perguntaram ao mesmo tempo.

Revirei os olhos… Rapazes!

De repente o Masaru pega-me no braço virando-me na direcção dele.

- Cabeça-de-fogo, onde está a tua camisola de equipa?

- Estou a usa-la.

- A sério? – pergunta ele sarcástico antes de apontar para si mesmo, puxando a gola da camisola de futebol azul-escura com o símbolo da escola bordado no peito – Não se parece nada com a minha!

Sorri.

- Isso meu amigo é porque estou a usar a camisola da minha equipa!

- A sério? – perguntou ele erguendo uma sobrancelha – E qual seria? Piratas e companhia? – perguntou ele apontando para a caveira e ossadas cruzadas no centro da minha camisola quentinha preta.

Revirei os olhos sorrindo:

- Oh, oh, oh, a pirats life for me!

Ri levemente enquanto eles explodiram em gargalhadas. Pondo as mãos nos meus ombros o Tetsuya começou a arrastar-me na direcção das bancadas.

- Vá lá Dó! Vai fazer o teu papel de amiga amada e senta-te naquela bancada e grita cada vez que nós fazemos algo heróico! – gritou ele antes de correr de volta ao campo.

Revirei os olhos novamente antes de subir as escadas e sentar-me rapidamente num espaço vazio.

Alguém por favor explique-me o que me deu para concordar em vir?

A rapaziada da equipa estavam a aquecer, enquanto o treinador da outra equipa gritava e gritava com a sua própria equipa.

-Podemos sentar-nos aqui?

Ergui o olhar vendo duas loiras sorridentes. Momoko. Hanna.

- Claro.

Rapidamente elas sentaram-se comigo no meio. Em meio segundo a Hanna sem se conseguir aguentar mais já estava agarrada ao meu braço.

- Tive saudades tuas mamã.

Engoli em seco, acenado brevemente.

- Então, também decidiram passar o sábado a gelar os rabos nestas bancadas?

A Momoko começou a rir-se antes de tremer de frio. Deixei escapar um pequeno riso:

- Talvez não devesses ter vindo de saia Momo. – disse observando o conjunto de saia de ganga, camisola amarela, casaco branco e lenço colorido – Talvez pudesses vestir-te como a Hanna. Umas calças são muito mais inteligentes. – terminei apontando com a mão para as calças vermelhas que combinavam com o casaco branco da Hanna.

A loira sorriu murmurando um «Obrigada mamã!» antes de se enterrar mais no meu braço. Por outro lado a Momoko corou um ponto observando um ponto que corria no campo.

- Não! – exclamei divertida – Não me digas!

- Pará de gozar!

- Não! Como se chama ele Hanna? – perguntei divertida.

- É o Dais…

- HANNA! – gritou a Momoko atirando-se por cima da ruiva para tentar calar a mais nova.

Só me consegui a rir levemente. Tinha tido tantas saudades delas! Destas brincadeiras sem sentido, em que a Hanna espalhava os segredos todos e a Momoko gritava ao mesmo tempo que tentava meter a língua de fora.

- DAISUKE! – gritou a Hanna por fim chamando a atenção de toda a gente.

Fiz a minha normal cara de "onde é que pensas que estás a olhar" e rapidamente toda a gente voltou a olhar para onde quer que olhavam antes disto. Depois sorri levemente virando-me para a Momoko antes de ouvir um riso no campo.

Virei-me para a frente, vendo o Tetsuya e o Masaru a rirem-se que nem uns perdidos enquanto olhavam para nós. Revirei os olhos com a criancice deles. Antes de me lembrar que não sabia quem era de facto o tal Daisuke. Sorri antes de chamar a atenção do Tetsuya e fazer um gesto com os olhos na direcção da Momo que tinha a cara enterrada nas mãos super-envergonhada. Ele rapidamente percebeu o que eu queria e apontou para o rapaz alto, aloirando que corria pelo meio campo. Gesticulei um "obrigada" antes de ele voltar a correr para o campo.

- Bem – disse terminado a discussão entre as duas loiras – pensa pelo lado positivo Momo, se um dia casarem e tiverem filhos, eles serão os perfeitos anjinhos loiros.

Não queria que isto soasse tão amargurado. Esperei que elas não notassem o arrastar da minha voz no final da frase. Mas… elas notaram.

- Dó… - disse a Momo tentando de algum modo começar a conversa.

- Esquece Momo. – disse erguendo o olhar e virando-me para o jogo que estava agora a começar – Apenas esquece!



- PARABÉNS! – gritei antes de saltar para as costas do Tetsuya quando ele saiu do balneário.

- Ainda bem que me amas tanto cabeça-de-fogo! – exclamou o Masaru como uma criança, a fazer beicinho e tudo.

O Tetsuya riu antes de me pegar na parte detrás dos joelhos para eu ficar às cavalitas:

- Então, sempre vamos almoçar?

- Claro! Temos que comemorar a vossa vitória!

- Então isso significa que pagas tu? – olhei para o Masaru antes de me esticar para lhe bater no braço – HEI! Nada de bater no jogador estrela! – dessa vez tanto eu como o Tetsuya lhe batemos – Fogo! Não se pode disser nada!

Ele olhou em volta antes de voltar a abrir a boca:

- Hei. Onde estão as duas cabeças-loiras?

Revirei os olhos:

- Elas têm nomes, sabes? Tiveram que ir trabalhar. A MajoRika não perdoa! – Ri levemente.

O Tetsuya riu-se comigo enquanto o Masaru apenas abanou a cabeça de um lado para o outro. Ele ainda estava a habituar-se a isto tudo.

Desci para o chão caminhado no meio deles os dois, conversando sobre o jogo quando parei.

- Dó?

- Cabeça-de-fogo?

Acenei com a cabeça antes de semicerrar os olhos. Depois abaixando-me como se tivesse a apertar os sapatos, voltei a erguer-me rapidamente antes de espetar o punhal de 10 cm na garganta do demónio que havia acabado de aparecer atrás de mim.

O ser, caiu no chão tentando respirar antes de se esvair em sangue. Vermelho.

Detesto demónios primários…

Respirei fundo antes de rasgar um pouco do trapo que o demónio trazia vestido e limpar o sangue do punhal que, entretanto já tinha arrancando do pescoço dele.

- Dó?

Ignorei por momentos o chamamento, acenando com a mão fazendo desaparecer o ser e o sangue. A Rainha que lidasse com isso.

Suspirei antes de voltar a enfiar o punhal no seu esconderijo no meu sapato. Limpando qualquer expressão do meu rosto. Virei-me.

- Vamos? – perguntei tentando ignorar o que acabou de acontecer.

Eles olharam um para o outro antes de virem para o meu lado e cada um segurar o meu braço e começarem a andar.

O Masaru começou a contar a ultima história da conversa de balneário, depois do jogo e, o Tetsuya contava as piadas por detrás dos comentários do Masaru, enquanto me apertava o braço.

Obrigada rapazes…

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qua Jan 12, 2011 9:46 pm

Finalmente vi o Tetsuya.xD

O capítulo está um máximo !
Estes 3 juntos são um máximo ! xD

A Momo apaixonada? OMG.xD

Fantástico.xD

A Doremi é especialista em demónios.xD
ADORO ELA *.*

Parabéns^^

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Qui Jan 13, 2011 8:08 pm

Olá!!^^

O pesadelo dela foi tão estranho. Foi um mau presságio, de certeza. O que vai acontecer de mau à Doremi? :c
Mas fora isso, adorei ver a Momoko, a Hanna e a Dó assim, tão próximas. São muito fofas Very Happy
E a Momoko apaixonada por um rapaz loiro? kawaii :3
Agora é altura de festejar a vitória Razz A Dó tem uns reflexos rápidos mesmo!

Volto à pergunta. O que vai acontecer de mau à Dó? D:
É rainha? É a parva da Sophie com a idiota da Emilie?
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Jan 16, 2011 1:45 am

HEY!

Este é o especial de Ano Novo (eu sei... estou atrasada) ...

21º CAPITULO - Baby It's Could Outside



- I really can't stay…

A beleza dos vestidos dos mais nobres materiais espantavam e brilhavam em contraste com os fatos escuros dos homens.

- Baby it's cold outside.

O ginásio da escola estava enfeitado com brilhantes grinaldas prateadas e cartolinas brilhantes em forma de cristais de gelo pendurados no tecto.

- I've got to go away - Baby it's cold outside.

A um canto mais escondido das luzes coloridas, uma rapariga ruiva de vestido azul-escuro segurava o braço de um rapaz moreno tentando descansar os pés, cansados dos sapatos de salto alto.

- I really can't stay - Baby it's cold outside

- Sabes que era simplesmente mais fácil tirares essas andas, não sabes?

- I've got to go away - Baby it's cold outside

A rapariga olhou ameaçadora para o rapaz de olhos verdes que falou, como se o conseguisse matar assim.

-This evening has been - Been hoping that you'd drop in

- Vá lá pessoal. É Ano Novo, vamos tentar acabar o ano numa boa nota.

- So very nice - I'll hold your hands, they're just like ice

A rapariga revirou os olhos, levando a mão ao cabelo tentando controlar a madeixa que insistia em soltar-se do arranjo.

- Como é que vocês me convenceram mesmo a vir?

- My mother will start to worry - Beautiful, what's your hurry

- Também me pergunto isso. – disse o rapaz que lhe segurava o braço.

- My father will be pacing the floor - Listen to the fireplace roar

- Então meninos não vão dançar? – os três olham para o professor Yan de ginástica, que segundo as suas bochechas avermelhadas, já havia tomado uns quantos copos a mais.

- Talvez daqui a um pouco. – respondeu o rapaz de olhos verdes.

- YADA! – gritou o professor no seu estado embriagado – Sê um homem e batalha com o Kotake por uma dança com a Harukase!

- So really I'd better scurry - Beautiful, please don't hurry

Os três adolescentes olharam uns para os outros sem saber ao certo o que responder. Depois a ruiva sorriu maliciosa com os olhos a brilharem e soltando-se do braço de Kotake avançou na direcção do professor.

- Well maybe just a half a drink more - Put some music on while I pour

- Sabe professor Yan… Ouvi dizer que a professora Sayuri gostava muito de dançar. – disse ela apontando com os olhos para a professora de História que olhava descaradamente na direcção do temido professor, com os olhos a brilharem perigosamente – obviamente efeito das mais de 20 taças de champanhe que já tinha bebido.

-The neighbors might think - Baby, it's bad out there

- A sério Harukase? – pergunta o professor tentando parecer ameaçador no seu estado.

- Juro, professor!

- Say, what's in this drink - No cabs to be had out there

- OK! Continuando pessoal! – gritou o professor abandonando os adolescentes em troca da professora que o olhava como um pedaço de carne.

- I wish I knew how - Your eyes are like starlight

- Ok, mudei de ideias. – disse a ruiva sorrindo divertida, como apenas os 2 rapazes sabiam que ela conseguia.

- Acerca de quê, Dó?

- To break the spell - I'll take your hat, your hair looks swell

- Bêbados de Ano Novo são sempre divertidos!

Os dois rapazes desataram a rir, enquanto abanavam a cabeça.

- I ought to say no, no, no, sir - Mind if I move closer

- Bem… acho que deviamos seguir o conselho do Yan e tentar levar-te a dançar! – exclamou o Yada rindo com o ar da ruiva de "Desculpa o quê?".

- Queres repetir isso?

- At least I'm gonna say that I tried - What's the sense in hurting my pride?

- Bem o Yan dá mesmo muito medo Doremi… - tentou o rapaz explicar.

A ruiva ficou a olhar para ele antes de abanar a cabeça e murmurar algo muito parecido com: "com medo do professor… onde este mundo vai parar…".

- I really can't stay - Baby don't hold out

- Ahh, but it's cold outside!

Uma rapariga morena de óculos passou por eles pela vigésima vez. Os olhos de Yada seguiram a cabeça balouçante.

- Devias ir dançar com ela.

- I simply must go - Baby, it's cold outside

O rapaz arregalou os olhos, como se surpreendido com esse pensamento, antes de sorrir prepotente

- The answer is no - Ooh darling, it's cold outside

- E por que é que ei de fazer isso quando tenho a minha ruiva favorita para dançar? – perguntou ele.

- This welcome has been - I'm lucky that you dropped in

- Porque a tua ruiva favorita já vai dançar comigo! – disse o Kotake passando o braço pelos ombros da ruiva antes de a arrastar para a pista de dança.

- So nice and warm - Look out the window at that storm

Antes de desaparecerem na multidão a ruiva disse:

- Vai dançar com ela! É Ano Novo!

- My sister will be suspicious - Man, your lips look delicious

- My brother will be there at the door - Waves upon a tropical shore

O moreno ficou parado com os olhos esbugalhados, vendo os amigos rodopiarem na pista. Depois suspirou e sorriu levemente, pondo as mãos nos bolsos. Era bom ver a Doremi a divertir-se um pouco. E, "talvez ela tivesse razão…" pensou ele ao ver a cabeça morena balouçante passar por ele mais uma vez.

- My maiden aunt's mind is vicious - Gosh your lips are delicious

- Well maybe just a cigarette more - Never such a blizzard before

Suspirando o rapaz começou a avançar por entre os casais e grupos até chegar ao outro lado do ginásio, onde um grupo com 4 raparigas conversavam entre si.

- I've got to go home - Oh, baby, you'll freeze out there

- Ei Emily…

A rapariga de cabelo castanho mel virou-se para ele sorrindo envergonhada.

- Say, lend me your coat - It's up to your knees out there

- Sim?

- You've really been grand - I thrill when you touch my hand

- Gostarias de dançar comigo?

- But don't you see - How can you do this thing to me?

A rapariga sorriu ficando com as bochechas cada vez mais vermelhas quando acentiu levemente com a cabeça e estendeu a mão.

- There's bound to be talk tomorrow - Think of my life long sorrow

O rapaz sorriu e pegando na mão dela guiou-a para a pista de dança, esforçando-se para não fazer uma figura de pato na pista.

Pelo canto do olho viu os dois amigos a olharem para ele como sorrisos maliciosos, antes de desatarem a rir-se – bem… pelo menos o Kotake, a Doremi nunca ria livremente – voltando depois a dançar alegremente.

- At least there will be plenty implied - If you caught pneumonia and died

Sorrindo voltou-se para a rapariga que embalava nos braços. Por hoje podiam esquecer políticas e ódios. Por hoje podiam simplesmente fingir que nada disso existia.

- I really can't stay - Get over that hold out

Por hoje eles eram apenas o Masaru e a Emily.

- Ahh, but it's cold outside

Feliz Ano Novo.
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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   Dom Jan 16, 2011 12:03 pm

Realmente vies-te um pouco atrasada Razz
Que lindo*.*
Oooh*.*
Gostei imenso deste capítulo^.^
A Doremi a dançar com o Tetsuya e o Yada a dançar com a Emily*.*
Mesmo fofinhos*.*
À custa disto a Emily devia dar-se bem com o Yada*.*
Foi tão bonito*.*
Adorei ver a Doremi assim sorridente.xD Fez-lhe muito bem fazer amizade com eles.
E fez.lhe também muito bem ir à festa, e ver o professor dela bêbado.xD
ADOREI*.*
É isso que tenho a dizer^^
Adorei tudo...até a música*.*
Podes postar o próximo porque eu quero mais*.*
E quero beijinhos...muitos beijinhos Very Happy

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MensagemAssunto: Re: Fanfic Ojamajo Doremi - Olhos que não vêem.   

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